Acervo do arquiteto vilarmourense José Porto doado à Fundação Marques da Silva

O acervo do arquiteto vilarmourense José Porto (1883-1965) foi doado à Fundação Instituto Marques da Silva (FIMS), entidade tutelada pela Universidade do Porto. A doação foi realizada pelo arquiteto vilarmourense Abílio Mourão, legatário daquele espólio (há muito recebido das mãos da viúva de José Porto, Betsy) e foi oficializada no passado dia 9 de Outubro na sede da FIMS, no Porto.
 
Em causa estão mais de duas centenas de peças desenhadas, a que acresce um conjunto de quarenta outros desenhos de serralharia, que estavam na posse do GEPPAV por oferta do derradeiro ferreiro da Oficina Fontes, António (Totas) Fontes Lages. Na ocasião, a obra de José Porto foi evocada com intervenções dos arquitetos Abílio Mourão e Sérgio Fernandez, e também de Paulo Torres Bento e da presidente da FIMS, Professora Doutora Fátima Marinho.
 
De Vilar de Mouros estiveram presentes um representante da Junta de Freguesia de Vilar de Mouros, João Arieira, o presidente da direção do Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense, Basílio Barrocas, outros elementos do GEPPAV, como Joaquim Aldeia Gonçalves, e ainda Fernando Borlido e Carlos da Torre, que em 2003 contribuíram para a exposição e catálogo "José Porto (1883-1965). Desvendando o arquitecto de Vilar de Mouros".

 

Estuques e estucadores na Rádio Afifense

Na tarde do dia 11 de outubro, a convite dos animadores do programa "Tosta Mista", António Inglês e Luís Pinto, o GEPPAV, pela voz de Paulo Torres Bento, esteve na Rádio Afifense a falar de estuques e estucadores.

Na verdadeira pátria dos estucadores portugueses (Flórido Vasconcelos dixit), a freguesia de Afife, houve lugar para uma conversa animada a propósito da pesquisa realizada pelo GEPPAV sobre os estucadores e maquetistas vilarmourenses e ainda sobre a importância do Alto Minho, e de Afife em particular, no contexto nacional da arte do gesso e da cal.

Recorde-se que em 2009 a pesquisa do GEPPAV sobre estuques culminou com uma exposição sobre o tema na estufa do CIRV e a edição do trabalho "Dos caiadores aos estucadores e maquetistas vilarmourenses". Posteriormente, em 2016, os colegas e amigos do Nuceartes, de Vila Praia de Âncora, em conjunto com o Centro Social e Cultural de VPA, organizaram também uma exposição sobre os estucadores ancorenses.

GEPPAV visita escavação arqueológica no Cabedelo, Darque

No dia 20 de setembro, marcando o reinício de atividades após a paragem do verão, o coletivo GEPPAV deslocou-se ao Cabedelo, Darque, Viana do Castelo.

Bem na margem do Lima, não muito longe da foz, ali decorria uma escavação arqueológica de um antigo forno da cal, dirigida pelo Dr. Fernando Silva, arqueólogo vianense, com um recente mestrado sobre o tema e a preparar o doutoramento, que coordenava um grupo de estudantes universitários de arqueologia, a maioria da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Para o próximo ano de 2018, por alturas do verão, se forem reunidos os apoios necessários, a ideia é realizar-se uma escavação similar em Vilar de Mouros, no chamado Forno da Madalena, perto da Calçada das Telheiras. Neste local se localiza um forno da cal, presumivelmente do século XVIII, que terá estado em atividade até aos anos 30 do século XX.

 

Maquetistas vilarmourenses na Visão História em artigo do GEPPAV

Os maquetistas em gesso de Vilar de Mouros, que foram em 2009 objeto de um pioneiro estudo pelo GEPPAV — "Dos caiadores aos estucadores e maquetistas vilarmourenses" — vão agora beneficiar de uma mais ampla divulgação pública beneficiando da publicação de um artigo na revista especializada "Visão História", do grupo Impresa, num número temático dedicado à Exposição do Mundo Português de 1940, saído para as bancas no mês maio.

Sob o sugestivo título "Os gigantes das miniaturas", da responsabilidade dos editores da revista, a parte inicial da extraordinária história dos maquetistas da freguesia — que dominaram o panorama da maquetagem em gesso no nosso país até aos anos 80 do século XX e ainda tiveram uma importante diáspora pela Europa e África — é resumida em duas páginas e ilustrada com uma magnífica fotografia de 1939 em que os jovens Manuel Renda, João Barros e Ticiano Violante produzem a maqueta da exposição, a primeira grande maqueta de arquitetura e urbanismo feita em Portugal.

Intervenção do GEPPAV em mais uma reunião da Câmara em Vilar de Mouros

Intervenção do GEPPAV na Reunião Descentralizada da Câmara em Vilar de Mouros em 26 de abril de 2017

1. O GEPPAV recebeu na primeira semana do mês de Abril de 2014, uma comunicação oficial da Direção Geral do Património Cultural relativa à proposta por nós feita em Novembro de 2011 para a classificação patrimonial das Oficinas de Ferreiros Fontes e Torres, no lugar da Torre, em Vilar de Mouros. 

2. Nesse ofício, assinado pelo Diretor-Geral, Nuno Vassalo e Silva, que subscrevia o parecer técnico da Direção Regional de Cultura do Norte, e os pareceres concordantes do Diretor Regional, António Ponte, e do Diretor de Serviços, Miguel Rodrigues, propunha-se para ambas as oficinas a sua CLASSIFICAÇÃO COMO DE INTERESSE MUNICIPAL, aí constando o seguinte:

 “Atendendo ao seu valor histórico, sócio-económico, tecnológico, no âmbito do património cultural, neste caso industrial, e sendo um dos projetos — a reabilitação da Oficina Fontes — da autoria de José Porto, arquiteto com uma importância a nível nacional e internacional pelos projetos realizados, o espólio que ainda conserva, considera-se que o significado cultural é local, regional, pelo que se propõe a classificação das Oficinas Torres e Fontes como CONJUNTO DE INTERESSE MUNICIPAL, devendo ser enviado à autarquia o processo para que esta promova a respetiva classificação”.

3. No dia 28 de Maio desse mesmo ano de 2014, viemos à primeira reunião descentralizada da Câmara realizada em Vilar de Mouros, perguntar que passos ia dar o executivo municipal para dar cumprimento a esta proposta;

4. Um ano e cinco meses depois, no dia 28 de outubro de 2015, quando da realização da segunda reunião descentralizada em Vilar de Mouros, perguntámos ao executivo em que passo estava esse processo de classificação;

5. Hoje, um ano e seis meses passados, neste dia 26 de Abril de 2017, nesta terceira descentralizada da Câmara na nossa freguesia, dada a contínua e visível degradação do património das duas oficinas, sobretudo da Oficina Fontes, repetimos esta simples pergunta: em que fase está o processo de classificação das oficinas de ferreiros Torres e Fontes como Imóvel de Interesse Municipal?

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Exploração Mineira

Encontra-se em fase de conclusão a produção de uma publicação sobre a exploração mineira na freguesia de Vilar de Mouros

 

Comunicado - Poluição no Rio Coura

Os vilarmourenses que madrugaram este dia 25 de Abril, depararam com um estranho e desagradável espectáculo quando olharam para o Rio Coura

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História do Grupo de Reis

Conheça a história do Grupo de Reis do Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense

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